Procedimentos

Cirurgia capilar

Solução para calvície está nos novos tratamentos capilares

A calvície é um problema de saúde que afeta homens e mulheres em todo o mundo. Ela promove queda precoce ou gradativa dos cabelos, influenciados pela genética familiar associada ou não ao estímulo hormonal da testosterona. Há tempos que se buscam alternativas eficazes para o controle e correção da queda capilar e do estigma gerado pela calvície. Os pacientes procuram alternativas na medicina para barrar a queda, evitar a evolução e, ainda, tentar recuperar de alguma forma os cabelos perdidos.

Atualmente, existem novas maneiras de reverter essa doença: a principal delas e definitiva é transplantar fios em áreas onde eles já não existem. São retirados do próprio paciente e transferidos para onde não crescem mais. Uma delas é a técnica chamada FUT (sigla em inglês para transplante de unidade folicular) e a outra é a técnica chamada FUE (extração da unidade folicular), que utilizam o cabelo do próprio paciente para tratar a calvície, mantendo o aspecto natural. Basicamente funcionam assim:

FUT

Neste procedimento o médico retira uma faixa de couro cabeludo da parte de trás da cabeça, próxima à nuca. Nessa região os folículos não são susceptíveis aos fatores hormonais responsáveis pelo enfraquecimento e queda dos fios, e essa característica vai junto com a unidade folicular para a área receptora. Na sequência, é feita a separação dos folículos em microscópio de alta definição para serem reimplantados na área a ser tratada, obedecendo o sentido do crescimento dos fios, espessura e o padrão de unidade folicular de cada região em que será feito o implante, com o auxílio de lupas especiais, objetivando a naturalidade do resultado.

FUE

A FUE é considerada uma técnica para os pacientes que desejam cortes de cabelo mais curto e apresentam áreas doadoras muito densas. Nela, os folículos são extraídos um por um, também da região perto da nuca, deixando somente uma cicatriz que se assemelha a um ponto no local. É indicada para jovens, para quem usa o cabelo raspado ou extremamente curto.

Técnicas podem ser aplicadas conjuntamente

Às vezes é preciso aplicar as duas técnicas (FUE e FUT) para que a recuperação do cabelo seja efetiva ou é necessário realizar mais de uma cirurgia. O médico que faz o procedimento e acompanha a evolução do tratamento para calvície avalia, junto com o paciente, a melhor abordagem para a obtenção dos melhores resultados. O implante é permanente e a complementação deve ser feita de cinco a oito anos.
O desenvolvimento das técnicas vem promovendo, cada vez mais, maior naturalidade e efetividade. Essa evolução excluiu a temida aparência em “tufos” ou “cabelo de boneca” gerada anteriormente. Hoje em dia não se espera cair boa parte dos cabelos para se fazer o tratamento capilar cirúrgico, evitando assim mudanças bruscas na identidade do paciente.

O procedimento total pode durar de 4 a 8 horas, em média, dependendo do método escolhido e do tamanho na área de cobertura, e deve ser feito em um local adequado, em que haja toda a assistência médica necessária. O implante é feito com anestesia local, conjuntamente com sedação, e logo após a cirurgia não é necessário curativo. Sol e banhos de piscina devem ser evitados durante o período de recuperação.

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